Doença do Carrapato. Prevenção, sintomas e diagnóstico.

Doença do carrapato é responsável por ate 60% dos atendimentos em clínicas veterinárias.
Doença do carrapato é responsável por ate 60% dos atendimentos em clínicas veterinárias.
Carrapatos são artrópodes da ordem dos ácaros. Há registros de sua existência há pelo menos 90 milhões de anos. São mais de 800 tipos. Responsáveis pela transmissão da doença do carrapato (dois tipos, na verdade), estes seres impactam de forma negativa na vida de nossos companheiros cães. Se você quer saber como prevenir e tratar a doença, confira nossa matéria.

Em média, 60% dos atendimentos nas clínicas veterinárias são derivadas das doenças de carrapato. As mais comuns são a Babesiose e a Erlichiose. Causadas por um protozoário e por uma bactéria transmitidas para a corrente sanguínea dos animais com a mordida do carrapato. Os sintomas podem ser múltiplos: febre, apatia, falta de apetite, o animal tende a não procurar muito o dono para brincar. Pode aparecer sintomas como dores articulares. Há cães que têm diarreia, vômito, há outros cães que desenvolvem pancreatites e outros até comprometimento renal.

Para evitar a doença, alguns cuidados são importantes, como: levar seu companheiro ao veterinário para exames de rotina que aferem o sistema imunológico e aconselhar-se com o especialista sobre produtos que exterminam carrapatos. Atente-se aos lugares que costuma levar seu peludo para passear, pois nestes passeios, os cães ficam mais suscetíveis à ação dos carrapatos. Praças, parques e outras áreas verdes podem ser a porta de entrada para a doença.

As extremidades são as partes preferidas dos carrapatos, devido a umidade e ausência de luz.
As extremidades são as partes preferidas dos carrapatos, devido a umidade e ausência de luz.

Os carrapatos precisam de um ambiente úmido e abafado para se reproduzirem, por isso são muito comuns em países tropicais, como o Brasil. Facilmente encontrados em canis, muros, telhados, batentes de portas, troncos e cascas de árvores, parte de baixo de folhas e plantas, residências etc, são sensíveis à claridade e por isso, se escondem em extremidades.

Eles podem transmitir doenças a nós humanos, entretanto, raramente o acontece. Para que ocorra a contaminação é preciso que ele permaneça fixado à nossa pele pelo tempo mínimo de 4 horas, no entanto, conseguimos perceber sua presença e logo o removemos – O que não acontece com os animais, que precisam de nossa ajuda para exterminar e prevenir a doença do carrapato.

Evite campos abertos. Portas de entrada para carrapatos.
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