Entre cão e gato. Como melhorar a relação dos pet’s

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A relação entre cão e gato pode ser problemática se não houver controle por parte do tutor dos animais. Embora haja essa assimilação de cães e gatos como inimigos naturais, é possível que se tornem amigos e, inclusive, brinquem juntos. Vamos te ensinar algumas etapas de aproximação para que seus pets possam conviver harmonicamente.

1. Quanto mais cedo cão e gato são apresentados (se filhotes), mais fácil é educá-los. Permita ao gato ficar à vontade perto do cão enquanto você estiver por perto;

2. A castração reduz o comportamento agressivo de ambas espécies – Castre seus pets e além de prevenir doenças e tumores, reduzirá a probabilidade deles viverem em conflito;

3. Gaste energia com seu cão. Leve-o para passear, jogue bola e brinque muito para que ele mantenha um nível equilibrado de energia;

4. Adestramento profissional fará com que seu cão se torne obediente e respeite seus comandos;

5. Quando os pets estiverem juntos, fique no mesmo ambiente e se perceber sinais de agressividade, jogue água nos animais – O suficiente para assustá-los;

6. Tenha áreas separadas para cada animal em sua casa. Cães e gatos nem sempre dormem juntos;

7. Jamais tente separar uma briga entre animais sozinho. Por mais que eles gostem de você, acidentalmente poderá sair machucado(a). Sempre use água para interromper – Como comentamos acima.

Nosso intuito é lhe ajudar na relação entre seus pet’s, mas esse artigo não exclui a necessidade de ajuda veterinária em casos mais graves. Não deixe de nos procurar.

Saiba tudo sobre causa e tratamento de diabetes melitus em cães.

Confira quais os sintomas e cuidados necessários com seu pet.

Catarata e diabetes podem estar ligadas.

Embora filhotes possam desenvolver diabetes melitus, a doença é uma das mais comuns em cães adultos, principalmente idosos. A diminuição na produção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas que auxilia a locomoção da glicose do sangue para as células do corpo, é a causa.

Inúmeros fatores contribuem para o desenvolvimento do diabetes, no entanto, pré disposição genética, sedentarismo e má alimentação são recorrentes. Cães entre 7 e 9 anos, que estão ingressando na fase sênior, merecem atenção veterinária e alimentação com ração especial para melhor funcionamento do sistema biológico.

Alguns sinais são dados pelos cães, se você notar algo similar, não deixe de procurar um veterinário especialista. Beber mais água que o de costume, cansaço, aglomeração de formigas na urina do quintal, urinar demais, ter aumento de apetite e perda ou ganho rápido de peso são características do diabetes melitus. Em alguns casos, a cegueira devido a catarata pode ser a primeira indicação ao dono que existe um problema. A catarata se manifesta com olhos opacos ou perda da visão.

A partir dessa doença outras podem surgir: doença de Cushing (hiperadrenocorticismo), infecções do trato urinário, o hipotiroidismo, a pancreatite aguda e câncer. A presença destas doenças pode complicar o diagnóstico e o tratamento efetivo do diabetes.

Algumas raças são mais vulneráveis: poodle, dachshund, schnauzer, beagle, golden retriever, labrador, spitz e samoieda – o que, atenção, não significa que as demais estejam a salvo. O diabetes sempre é uma ameaça aos cães mais velhos, não importa a raça, e às fêmeas com problemas hormonais.

Não existe cura, mas as complicações podem ser evitadas se o cão receber injeções diárias de insulina e exercitar-se com rotina. No caso das fêmeas, precisam ser castradas para que seus hormônios não interfiram no tratamento. Desta forma, seu cão terá qualidade de vida, bem estar e viverá mais feliz.